Cinomese

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Reprodução web
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Com as atuais mudanças bruscas na temperatura, muitos animais ficam com seu mecanismo orgânico de defesa fragilizado. Isto abre caminho para muitas doenças, entre elas a Cinomose

Essa doença viral acomete animais como quatis, furões, cães, entre outros. Principalmente para os furões e cães, pode determinar um alto índice de mortalidade dependendo do grau de comprometimento orgânico. O vírus acomete animais de qualquer idade, sendo que os com menos de 2 anos são os mais sensíveis, principalmente os não vacinados.

A porta de entrada para o vírus no animal pode ser a pele, as vias respiratórias, o digestório e até mesmo a conjuntiva ocular, e este tem predileção pelos epitélios (forma mais branda da doença) e pelo tecido nervoso (forma mais perigosa da doença).

Os principais sintomas são: febre, descargas nasais mucopurulentas, secreções oculares intensas com ressecamento ocular, tosse, espirro, anorexia, fraqueza, pústulas abdominais, hiperqueratose (engrossamento e ressecamento dos tecidos das narinas e dos coxins plantares). Pode haver pneumonia, desânimo, emagrecimento progressivo, vômito, diarréia, e ainda ataxia, contrações musculares generalizadas, mioclonias locais (semelhante à “tiques nervosos”). Nesta fase o sistema nervoso foi afetado e geralmente as lesões são irreversíveis, ou seja, deixam sequelas para o resto da vida do animal.

O prognóstico, em grande parte das vezes, não é bom já que a lesão neurológica pode ser tão grave, que pode levar o cão a um quadro de paralisia total. Os animais infectados liberam o vírus através de suas secreções por cerca de 60 a 90 dias pós-infecção, mas animais tratados podem apresentar cura clínica e continuar eliminando o vírus por suas secreções por alguns meses. O principal método de combate consiste na vacinação regular dos animais.

No primeiro ano de vida, a partir de 45 dias, são feitas três doses consecutivas de vacina (com intervalos de um mês entre as mesmas) e a revacinação (após a terceira dose) é anual.

Vacinar seu animalzinho é, além de uma responsabilidade, uma demonstração de carinho, uma vez que mantém seu bichinho protegido não apenas da cinomose, como de inúmeras outras doenças que também podem ser letais.

É, também, uma forma de prevenção evitar sempre o agrupamento de cães que não conhecemos a origem, evitar que filhotes não vacinados circulem por locais como praças, campos, e outros lugares onde possam estar expostos ao vírus.

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