Coletivo promove cultura na Zona Oeste do Rio

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Foto: Divulgação
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Por muitas vezes ouvimos falar que a cultura é a porta de entrada para o futuro. A partir dela, oportunidades são criadas, independente de qual vertente for seguida, dança, música, teatro e muitas vezes, é a mais pura verdade. Projetos sociais foram uma janela para jovens e adultos realizarem a escolha certa na vida. Porém, para isso ocorrer, existem pessoas por trás que batalham diariamente para isso ser tornar possível.

Com isso a Equipe Portal conheceu o trabalho do Polo de Economia Criativa da Zona Oeste, por intermédio de Fernanda Rocha, que faz parte de uma das empresas fundadoras do polo. O coletivo foi criado em 2014, com o encontro de cinco realizadores culturais ligados a três coletivos artísticos. Esses artistas e agentes culturais vivem diariamente os desafios, limitações e qualidades da maior região da cidade, assim como reconhecem suas potencialidades e as consequências da falta de interesse público e privado em toda região.  Hoje fazem parte da gestão a Cia Atos e Atores e a Vinil 69 produções. O Polo atualmente conta com mais de 300 nomes de agentes culturais, artistas, produtores,gestores que fazem parte do cadastro de um catálogo social. Além de inscritos, atuam fortemente como parceiros das realizações do Polo de Economia Criativa. Entre alguns dos inscritos e parceiros estão o Teatro SESI Jacarepaguá, Espaço Cultural Escola SES,Museu Bispo do Rosário, etc.  Hoje em dia para participar do coletivo, basta comparecer presencialmente em quaisquer eventos do Polo de Economia Criativa e preencher sua ficha de inscrição.

No ano passado, o Polo realizou um projeto chamado Fala Zona Oeste, que teve em sua estrutura a realização de feiras culturais, apresentações artísticas e oficinas de capacitação. O projeto foi realizado em cinco praças da Zona Oeste, entre elas estavam: A Praça Barão da Taquara, na Praça Seca, a Praça Padre Miguel, em Realengo, a praça do Teatro Arthur Azevedo, em Campo Grande e a Praça Dom Romualdo, em Santa Cruz. Entre as apresentações tiveram shows de música, apresentações de dança e muitos outros.

Percebemos atualmente, como é o desinteresse dos órgãos responsáveis em valorizar a Zona Oeste, que a cada dia vem crescendo.

O trabalho do Polo de Economia Criativa da Zona Oeste, é uma das iniciativas que devem ser valorizadas e mantidas, porém, como qualquer outro projeto sofre dificuldades.  De acordo com as palavras de Mauro Lima, outro fundador do Polo: “os agentes culturais da Zona Oeste, embora produtivos, têm como maiores desafios para a continuidade de suas ações, a ausência histórica de políticas públicas e privadas para a cultura na região, a pouca visibilidade para seus projetos, a pouca oferta de ações que promovam o fortalecimento de negócios em rede e oportunidade de otimização da economia criativa da região”.

Damos os parabéns ao coletivo e desejamos que a iniciativa seja valorizada e fortalecida por outras empresas.

Matéria publicada na edição impressa de março. Confira: http://migre.me/wdbF4

Miniatura da matéria impressa

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