A importância da doação de órgãos

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A doação de órgãos é um ato que pode salvar milhares de vidas. É compreensível que pensar na morte não é um sentimento muito agradável. Entretanto, ter a decisão de doar em vida, pode melhorar e salvar dezenas de pessoas que aguardam a doação de órgãos e tecidos.
Apesar da grande necessidade da doação, a decisão acaba tendo que ser feita por familiares, e é uma escolha que envolve muitos tabus e preconceitos. Acarretando assim, a resposta negativa para a doação.
Vale ressaltar que nem todas as mortes podem gerar a doação. No caso ela, pode ser feita somente quando o cérebro deixa de funcionar e o coração continua batendo com a ajuda de aparelhos, é o caso da morte encefálica. Porém, para a procedimento realizado com os tecidos, o modo é diferente, pois, mesmo que o coração pare, é possível doar córneas, pele e ossos, entre outros.
Então, se há o interesse de ser um doador, informe seus familiares próximos, como pais, irmãos, cônjuges.
A doação pode salvar até 20 pessoas.
Entre janeiro e junho deste ano foram contabilizados 4.208 transplantes de órgãos, entre eles: rim, coração, fígado, pâncreas e pulmão. De tecidos foram 15.429, entre eles: córneas, ossos, valva e pele. O número de doação de médula óssea é menor, foram apenas 1.253. Comparado com outros países, esse número de doações ainda é muito baixo. Todavia, o número de brasileiros doadores, bateu recorde em 2016. Subiu para 2.983, alta de 5% em relação a 2015. É o maior número já registrado na história.
Além deste crescimento, o número de potenciais doadores também aumentou, registrou-se crescimento de 103% entre 2010 e 2016, passando de 4.997 para 10.158.
Em 2016 foi o ano dos recordes, pois, além do aumento de doadores, cresceu o número de transplantes de coração, que chegou a 357 procedimentos. Caso queira ser um doador, exponha para os seus familiares.

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