Uezo ainda passa por diversas dificuldades financeiras

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Há mais de um ano, alunos e professores da UEZO (Centro Universitário Estadual da Zona Oeste) circulavam pelas ruas do centro de Campo Grande protestando pela situação que a universidade se encontrava.

Contudo, o caos já estava instaurado muito antes de 2016. Em 2014, as dificuldades já apareciam, a Universidade funciona em um espaço cedido pela Escola de Normalistas o Instituto de Educação Sarah Kubistcheck (IESK). A UEZO é a única Universidade pública brasileira que não possui um campus próprio, além de ser a única na Zona Oeste. A ideia inicial era que a universidade permaneceria no IESK apenas em seu primeiro ano e foi prometido um campus próprio na Avenida Brasil, porém, muito tempo se passou e o sonho de ter um campus próprio está cada vez mais distante, tendo em vista a situação da educação no país. Um dos problemas que a local passava era a limpeza e conservação. Em determinado período, alunos e professores se juntaram para pagar o salário dos funcionários da limpeza, com o tempo a situação foi se agravando e os próprios alunos começaram a fazer a limpeza, tentando dar um mínimo de dignidade a quem estava ali buscando um futuro melhor. Em março de 2016, o Portal teve a oportunidade de conversar com a então professora Rosana Paes, diretora dos cursos de Ciência da Computação e Análise de Sistemas no Programa Papo com o Portal na rádio, onde ela relatou a real situação do local, informando a precariedade do ambiente, além do atraso de salários e a própria insatisfação dos professores com a atual situação da educação na Zona Oeste, além de outras regiões. Os professores da unidade ficaram um longo período de greve. 2017 começou e os problemas da UEZO e de outras universidade só se agravaram, o país vive uma grande crise financeira, mais de 200 milhões de pessoas encontram-se desempregadas e os órgãos competentes avaliaram que a Universidade voltaria às suas aulas, contudo, de acordo com informações de alunos, não existe nenhuma condição e nem um ambiente saudável para o retorno das atividades.Falta segurança, os salários dos professores continuam atrasados, nenhuma empresa assumiu a limpeza da unidade e segundo informações, até o momento não há nenhum repasse de verbas para local para começar o período de 2017 e suprir as necessidades básicas da Universidade.

Há mais de um ano, alunos e professores da UEZO (Centro Universitário Estadual da Zona Oeste) circulavam pelas ruas do centro de Campo Grande protestando pela situação que a universidade se encontrava.

Contudo, o caos já estava instaurado muito antes de 2016. Em 2014, as dificuldades já apareciam, a Universidade funciona em um espaço cedido pela Escola de Normalistas o Instituto de Educação Sarah Kubistcheck (IESK). A UEZO é a única Universidade pública brasileira que não possui um campus próprio, além de ser a única na Zona Oeste. A ideia inicial era que a universidade permaneceria no IESK apenas em seu primeiro ano e foi prometido um campus próprio na Avenida Brasil, porém, muito tempo se passou e o sonho de ter um campus próprio está cada vez mais distante, tendo em vista a situação da educação no país. Um dos problemas que a local passava era a limpeza e conservação. Em determinado período, alunos e professores se juntaram para pagar o salário dos funcionários da limpeza, com o tempo a situação foi se agravando e os próprios alunos começaram a fazer a limpeza, tentando dar um mínimo de dignidade a quem estava ali buscando um futuro melhor. Em março de 2016, o Portal teve a oportunidade de conversar com a então professora Rosana Paes, diretora dos cursos de Ciência da Computação e Análise de Sistemas no Programa Papo com o Portal na rádio, onde ela relatou a real situação do local, informando a precariedade do ambiente, além do atraso de salários e a própria insatisfação dos professores com a atual situação da educação na Zona Oeste, além de outras regiões. Os professores da unidade ficaram um longo período de greve. 2017 começou e os problemas da UEZO e de outras universidade só se agravaram, o país vive uma grande crise financeira, mais de 200 milhões de pessoas encontram-se desempregadas e os órgãos competentes avaliaram que a Universidade voltaria às suas aulas, contudo, de acordo com informações de alunos, não existe nenhuma condição e nem um ambiente saudável para o retorno das atividades.Falta segurança, os salários dos professores continuam atrasados, nenhuma empresa assumiu a limpeza da unidade e segundo informações, até o momento não há nenhum repasse de verbas para local para começar o período de 2017 e suprir as necessidades básicas da Universidade.

Matéria publicada na edição impressa de Abril. Veja nossas edições anteriores

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